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sábado, 31 de janeiro de 2015

Minha nova paixão: Tapioca!


A tapioca (beiju) é tipicamente brasileirade origem  indígena do Norte e Nordeste do Brasil. É feita com a fécula extraída da mandioca, também conhecida como goma da tapioca, tapioca, goma seca, polvilho ou polvilho doce. 

Do tupi tapi (pão) oca (casa). O nome tapioca é derivado da palavra tipi'óka "coágulo", o nome para este amido em Tupi; e pode referir-se tanto ao produto obtido da fécula quanto ao prato em si feito a partir dele.

Prática e de rápido preparo ao ser espalhada em uma frigideira/panquequeira aquecida, coagula-se e vira um tipo de panqueca ou crepe seco, em forma de meia-lua (ou disco, como em algumas regiões). O recheio varia, mas o mais tradicional é feito com coco e queijo coalho.




A goma de tapioca pura é composta basicamente de carboidratos.

89g de carboidratos a cada 100g de tapioca,
0,9g é fibra alimentar e
3,3g são açúcares.





Tem índice glicêmico alto, sendo indicada na prática de atividades físicas intensas. Dela extrai-se a maltodextrina, um polissacarídeo usado por esportistas.


Ao contrário das farinhas de trigo e de boa parte das farinhas de aveia, é livre de glúten e praticamente de qualquer lipídio, sendo usada no lugar do pão.



Um pouquinho de história...

A mandioca era a base da alimentação do Brasil até a invasão e colonização do território pelos portugueses. Na capitania hereditária de Pernambuco descobriu-se que a tapioca servia como bom substituto para o pão. Na cidade de Olinda se consumia intensamente o beiju, a farinha e a tapioca (goma) extraídos da mandioca, desde o século XVI com a criação portuguesa da Casa de Farinha em Itamaracá (Pernambuco).


A tapioca logo se espalhou pelos demais povos indígenas, como os cariris no Ceará e os jês, na Amazônia oriental. Ainda, se transformou posteriormente na base da alimentação dos escravos no Brasil. Isso serviu para transformar a tapioca, hoje, num dos mais tradicionais símbolos da culinária por quase todo o nordeste.

O Conselho de Preservação do Sítio Histórico de Olinda (Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade, pela UNESCO) concedeu à Tapioca o título de Patrimônio Imaterial e Cultural da Cidade em 2006.

A tapioca mais tradicional do Brasil ainda se encontra no Alto da Sé, em Pernambuco (preservada pela Associação das Tapioqueiras de Olinda). Em outros estados, a tapioca sofreu algumas modificações quanto à original (como no Ceará, onde possui formato redondo e é bastante apreciada com café preto). Também encontramos diversas entidades dedicadas à cultura popular da tapioca pelo Nordeste, como o Centro das Tapioqueiras entre os municípios de Fortaleza e Eusébio, no Ceará.

Recentemente a tapioca atraiu a atenção de alguns criativos chefs da culinária brasileira que criaram versões inovadoras.




Aguardem próximas postagens com receitinhas deliciosas!

BJKS!








terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Retornando com Unhas da Semana! Verão!

Depois de um mês de férias do blog, estamos de volta com unhas da semana! Para comemorar a entrada de um ano novo abençoado, cheio de energia positiva, realizações, saúde, felicidade e muito amor, com esse vermelho lindo da Impala! Bem-vindo 2015!

Unha by Claudia Vitoriano e película animal print Películas Brasil.







BJKS!

sábado, 6 de dezembro de 2014

Look da noite: Praia!


Look pra uma saída durante a noite no litoral! Pra namorar, jantar, tomar um sorvertinho...tudo de bom!

Sainha de babados preta com blusa fresquinha animal print que pode pedir uma terceira peça pra proteger  do friozinho noturno: próximo post com sugestões de casaquinhos; se a ocasião exigir!

Acessórios: maxi brinco preto que amo! Colar de tassel preto que não pesa no look com brincão.


Sandália rasteirinha (CONFORTO!) gladiadora com detalhes prateados também sai  pela noite!

Cabelo preso pra destacar o maxi brinco e a make !

BJKS!

domingo, 30 de novembro de 2014

Look de Praia


Saída de praia animal print (adoooro) - lojinha de Capão, chapéu preto com detalhe da corrente dourada - Renner, óculos aviador espelhado, chinelo preto com detalhe de lacinho dourado e argolas douradas!









BJKS!

Câncer de Pele!

Com a chegada do verão e dos dias mais longos (e o horário de verão) o período de exposição solar aumenta ainda mais! A queimadura na pele é uma das consequências graves dessa exposição prolongada ao sol, causando bolhas, vermelhidão e a insolação, que é a forma que o nosso corpo reage a todo  efeito nocivo causado pelo sol.

O sol também é um vilão com relação ao câncer de pele que é um tumor formado por células da pele que sofreram uma transformação e multiplicam-se de maneira desordenada e anormal dando origem a um novo tecido (neoplasia). 

Tipos de câncer de pele
  • Carcinoma Basocelular é o mais frequente e com menor potencial de malignidade. De crescimento lento e rara disseminação à distância. Feridas que não cicatrizam ou lesões que sangram. Pode ser invasivo atingindo os tecidos que o rodeiam, até a cartilagem e os ossos;
  • Carcinoma Espinocelular com crescimento mais rápido e lesões maiores pode enviar metástases à distância. Carcinoma epidermóide, é menos frequente que o anterior. Acomete mais áreas de mucosa aparente (boca ou lábios, cicatrizes de queimaduras antigas ou áreas que sofreram irradiação (raios X). Podem ocorrer em lesões pré-cancerosas decorrente de exposição prolongada e repetida da pele ao sol;
  • Melanoma Maligno é o de pior prognóstico e alto potencial de produzir metástase. Origina-se dos melanócitos. Pode se originar de peles sadias ou de lesões pigmentadas pré-existentes, os nevos pigmentados ("sinais escuros"). Lesão escura que aumenta de tamanho em extensão e/ou profundidade, com alterações de suas cores originais, ulceração, sangramento ou coceira, dor ou inflamação. Na fase inicial está restrito a camada mais superficial da pele (melanoma "in situ"), mas quando deixa de ser plano é sinal que está progredindo em profundidade. A proteção solar é a melhor forma de prevenir seu surgimento. 
Níveis de Clark: níveis anatômicos de invasão tumoral
  • Nível I: melanoma "in situ", atinge a membrana basa (Epiderme) junção derme-epiderme;
  • Nível II: atinge a derme papilar (Derme);
  • Nível III: atinge o limite da derme papilar-reticular. Sem invadir a reticular (Derme);
  • Nível IV: atinge a derme reticular (Derme);
  • Nível V: atinge o tecido subcutâneo (Hipoderme).



No Brasil temos aproximadamente 100 mil novos casos por ano, correspondendo a aproximadamente 25% de todos os tumores malignos registrados no Brasil. A Região Sul é uma das líderes desses índices. Com o estado do Rio Grande do Sul em primeiro lugar com 13500 novos casos a cada ano.

Fatores de risco: químico, radiação, processo irritativo crônico e principalmente a exposição aos raios ultravioletas do sol.

Mais comum em pessoas com mais de 40 anos, de pele clara e com histórico de doenças cutâneas. Mas negros ou pessoas de outras etnias também estão suscetíveis a doença.

Além da proteção solar (Post aqui no blogFalando de fotoproteção), é importante fazer uma avaliação clínica da pele para prevenir o desenvolvimento da doença. É preciso estar atento a alguns  sinais.

Sinais de alerta: o aparecimento de pintas de crescimento progressivo, com características como cor, tamanho e aspectos que alteram-se. Os nevos melanocíticos (nevos pigmentados) são tumores benignos compostos por células pigmentares (melanocíticos), os populares "sinais, pintas ou verrugas". Presentes desde o nascimento ou com surgimento ao longo da vida. Nevos pigmentados que estão aumentando de tamanho, mudando de cor, sangrando, ferindo, coçando ou inflamando podem estar em processo de malignidade e devem ser avaliados por um médico dermatologista.

Para ajudar na identificação dos sinais perigosos temos as regras da ABCD (Associação Brasileira de Clínica Dermatológica): 


  • Assimetria: formato irregular (assimétrico);
  • Bordas: limites externos irregulares;
  • Cor: diferentes tonalidades de cor;
  • Dimensão: diâmetro maior que 6 mm.



Se diagnosticado precocemente e corretamente tratado pode apresentar índices de cura acima dos 90%.


A Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) recomenda que todas as medidas de proteção sejam adotadas quando houver exposição ao sol! Não apenas no verão, mas o ano todo, inclusive em dias nublados! Mais no post Falando de fotoproteção aqui no blog! 

Vamos nos cuidar! Vamos nos prevenir! Vamos nos proteger, SEMPRE!

BJKS!





domingo, 23 de novembro de 2014

Pudim sem culpa!

Essa semana a TPM está pegando pesado comigo e para matar a vontade de doces e ainda permanecer na dieta, fiz uma sobremesa ultra rápida, prática e de baixas calorias. 

Não costumo utilizar esses produtos diet/light no dia-a-dia (muita química: corantes, adoçantes, espessantes...tudo muuuito artificial), mas eventualmente (meeeeesmo) servem como alternativa menos calórica, satisfazendo a vontade de um docinho sem pesar na consciência!
Pudim Zero açúcar Royal (sem glúten). Comprei os sabores chocolate e baunilha, mas nessa receitinha fiz o de baunilha para enfeitar com as bolachinhas de chocolate que já tinha comprado. Sugestão: o de chocolate podemos enfeitar com bolachinha Nesfit de Aveia e Mel, delícia!

Seguindo o modo de fazer da embalagem, adicionei 1/2 litro de leite desnatado (160 kcal) aos poucos  na mistura (pó) em uma panela, misturando bem. Levei ao fogo brando até levantar fervura (mexendo sempre) por 1 minuto. Coloquei em forma(s), deixei esfriar e coloquei pedaços de bolachinhas tipo cookies  integral da Jasmine, com baixo teor de sódio, sem adição de leite e seus derivados.

A quantidade de cookies fica a critério de cada um, considerando que 6  bolachinhas possuem  apenas 123 kcal. Coloquei apenas 3, logo 61,5 kcal.
Levei para a geladeira (rende 4 forminhas) numa forma só! Pode ser preparado no micro-ondas!...

Ficou bonitinho?


Bom Apetite!
BJKS!